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Semana de Afetos- EB1/ JI Lavradio n.º 1

brinde afetos

Porque o afeto está sempre presente na educação...Um brinde a todos os professores que partilharam connosco - via skype- um momento simbólico no âmbito do Projeto de Educação para a Saúde. Para a semana continua....os alunos irão participar na hora do conto, hora do abraço e outras atividades de sala de aula.

No âmbito do Projeto PES, a escola E.B.1/J.I. n.º1 do Lavradio comemorou a Semana dos Afetos desenvolvendo diversas atividades: Hora do Conto ("Felismina Cartolina e João Papelão" e "Dá-me um abraço"); entoação de uma canção mimada; hora do abracinho ao longo do dia; troca de um docinho por um miminho...

Com afeto,

O corpo docente da EB1/ JI Lavradio n.º 1

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IDA AO TEATRO - 9.º ANOS - "AUTO DA BARCA DO INFERNO"

big Auto da Barca 060

Dia 16 de fevereiro, foi dia dedicado ao Teatro (e não só) para todas as nossas turmas de 9º Ano. Organizado e dinamizado pelo Departamento de Línguas - sob a coordenação dos docentes de Português de 3º Ciclo e com a colaboração de 13 docentes, os nossos alunos de 9º ano tiveram a oportunidade de assistir à peça "Auto da Barca do Inferno" levada à cena pelo Grupo de Teatro "O Sonho", num espetáculo burlesco onde a junção das artes circenses, da dança, canto e interpretação, são o segredo do seu êxito.

Representado pela primeira vez em 1517, O “Auto da Barca do Inferno”, tem como ação o julgamento num cais, onde os juízes, um Anjo e um Diabo, discutem quem entrará na barca de cada um, condenando os seus passageiros à viagem para o Céu ou para o Inferno. Por lá passa a representação de toda a sociedade portuguesa da época; desde o Fidalgo ao Parvo, figura recorrente da obra de Gil Vicente e, no final, o Diabo é quem leva mais passageiros na barca. “Mestre de Retórica de Representação”, Gil Vicente foi contemporâneo dos Descobrimentos mas, ao contrário de Camões, que exaltou os feitos portugueses, fez antes uma crítica mordaz, na caricatura que construiu da sociedade portuguesa de então. Dramaturgo na corte, onde viveu cerca de 35 anos, foi o homem de confiança da Rainha D.ª Leonor e, para além de escrever e encenar as suas peças, organizava também as Festas Reais. Homem dos “sete ofícios”, julga-se que foi também ourives e Procurador dos Mistérios na Câmara de Lisboa. Gil Vicente foi consensualmente considerado o “pai” do Teatro português.

A encenação criou um espetáculo divertido e apelativo, sendo um dos momentos altos a interatividade com os nossos alunos, o que provocou grande entusiasmo na assistência. Adicionalmente os nossos alunos desenvolveram também um projeto de trabalho subordinado às artes visuais sob o tema "A Arte, a Natureza e o Homem", onde, formando grupos, através de fotografia e/ ou desenho se reportaram a um dos vários locais de interesse visitados em Lisboa, do ponto de vista artístico, ambiental ou social. Esse projeto de trabalho será elaborado em âmbito transdisciplinar, com as melhores fotografias/ desenhos a serem oportunamente expostos para toda a comunidade educativa.